Na fase de discussão publica do Estudo de Impacte Ambiental, a Quercus já tinha emitido um parecer negativo, tendo destacado a falta de estudos de alternativas de localização, a destruição de 100 hectares de reserva agrícola nacional, a ocupação de leito de cheia do rio Tejo e a suspensão das ferramentas de ordenamento, como o plano director municipal e o plano regional de ordenamento do território da área metropolitana de Lisboa.
Segundo refere o semanário Sol, o Ministério do Ambiente, apesar de ter reconhecido que o projecto podia ter um «conjunto de impactes negativos significativos», emitiu a Declaração de Impacte Ambiental favorável.
Nesse sentido, a Quercus salienta «que este processo de Avaliação de Impacte Ambiental se revelou, mais uma vez, uma mera formalidade inconsequente para a minimização de impactes ambientais e salvaguarda do Ordenamento do Território».

