Num total de 854 milhões de euros, o programa e-escolas envolveu, até Setembro de 2009, 373 milhões, montante que é fruto de contribuições de operadoras, 256 milhões foram provenientes dos beneficiários e 225 milhões do Estado, afirma Mário Franco.
O responsável está a ser ouvido na comissão parlamentar de inquérito, em questões direccionadas com a fundação das Comunicações Móveis e aos contratos que deram origem ao lançamento do Magalhães, noticia o Jornal de Negócios.
Tendo sido distribuídos mais de 1,2 milhões de computadores no âmbito do programa, não foi justificado o facto das contrapartidas dos operadores aquando das licenças de UMTS terem ascendido a 1 300 milhões de euros e apenas terem sido avaliados 930 milhões pelo grupo de trabalho.
Neste âmbito, Mário Franco revelou que a Fundação não é responsável pela validação de contrapartidas e que cabe às operadoras validar ou não os custos do programa junto do comité de avaliação do UMTS.
O presidente da FCM explicou ainda que cada operador fez a dotação inicial que entendeu tendo como base as perspectivas iniciais do programa, salientando que «houve operadores que optaram por fazer maior contributo inicial e reduzirem essa contribuição com o decorrer das ligações».


