Em 2006, os cientistas russos afirmaram que as florestas explicam a precipitação em locais longe da costa, como é o caso da Amazónia.
Os meteorologistas responderam em massa dizendo que todos sabem a influência das florestas na precipitação, alegando que os seus modelos mostram que a desflorestação reduz a chuva de uma região entre 20% a 30%.
Os cientistas russos contestam, garantindo que essa redução pode chegar aos 95%, transformando o local num deserto.
Devido à transpiração da vegetação da floresta amazónica, que possui 8 milhões de km2, são bombeados 20 triliões de água para a atmosfera diariamente, refere a Folha.

